Capitão da Marinha Mercante morre após passar mal em restaurante de Goiânia

Um episódio de comoção marcou o último domingo (27) em um shopping de Goiânia, quando o capitão de navio Iran Peixoto Martins Costa, de 39 anos, faleceu após sofrer uma parada cardiorrespiratória. O oficial da Marinha Mercante estava reunido com amigos em um restaurante do estabelecimento comercial quando começou a passar mal subitamente, desencadeando uma mobilização imediata de quem estava ao redor.
Socorro imediato e tentativa de reanimação
De acordo com informações fornecidas pelo Corpo de Bombeiros, uma enfermeira que se encontrava no local no momento do incidente agiu rapidamente para prestar os primeiros socorros. A profissional iniciou manobras de reanimação cardiopulmonar na tentativa de estabilizar o quadro do capitão até a chegada das equipes de resgate. Apesar dos esforços conjuntos e da agilidade no atendimento emergencial, Iran não resistiu e veio a óbito.
A família do oficial comunicou, por meio de redes sociais, que a causa específica da morte ainda não foi identificada. O caso gerou repercussão imediata, especialmente pela natureza inesperada do falecimento de um homem que, segundo relatos de conhecidos e publicações em suas redes, mantinha uma rotina ativa e hábitos saudáveis.
Trajetória profissional e paixão pelo mar
Iran Peixoto Martins Costa era um profissional experiente na Marinha Mercante, habilitado para o comando de embarcações de grande porte responsáveis pelo transporte de cargas e passageiros em rotas internacionais. Segundo a Associação Brasileira dos Armadores de Cabotagem (ABAC), o mestre de cabotagem desempenha um papel fundamental como gestor de unidades móveis complexas, sendo responsável pela segurança e operação de toneladas de mercadorias em trânsito global.
Sua carreira permitiu que ele conhecesse diversos países, incluindo destinos como Itália, Chile, África do Sul, Espanha e Estados Unidos. Em suas redes sociais, o capitão frequentemente compartilhava registros de suas viagens, expressando uma profunda conexão com o mar e a natureza. Além de sua vida profissional, ele utilizava as plataformas digitais para incentivar a prática de exercícios físicos, descrevendo a atividade como uma forma essencial de cuidar da mente e do espírito.
Repercussão e homenagens de amigos
A notícia da morte de Iran gerou uma onda de homenagens de amigos e pessoas próximas. A relações-públicas Vanessa Setúbal, amiga de longa data do capitão, publicou um relato emocionante sobre a amizade de mais de duas décadas. Em sua mensagem, ela destacou a importância de Iran em sua trajetória pessoal, descrevendo-o como um “irmão de coração” e lamentando a brevidade do último encontro entre os dois, ocorrido poucos dias antes do incidente.
O legado de Iran, marcado por sua paixão pela vida e pelas experiências que o universo lhe proporcionou, segue sendo lembrado por aqueles que conviveram com ele. O caso permanece como um lembrete da fragilidade da vida, mesmo para indivíduos que demonstravam vitalidade e saúde em seu cotidiano. O Parlamento continua acompanhando os desdobramentos de fatos relevantes em todo o país, mantendo o compromisso com a apuração precisa e o respeito à memória das pessoas envolvidas em eventos de grande impacto social.



