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Maione Padeiro Presidente da ACIRLAG denuncia contradição: poder público cobra regras mas incorre no pecado

O rigor da fiscalização sobre empresas privadas contrasta com a realidade de muitos prédios do próprio poder público em Aparecida de Goiânia. A denúncia é de Maione Padeiro, presidente da Associação Comercial Industrial e Empresarial da Região Leste (ACIRLAG), que aponta incoerência entre o que a lei exige do setor produtivo e o que é praticado pelo Estado.
Segundo ele, empresários são obrigados a cumprir uma série de normas, como alvarás, licenças sanitárias, ambientais e laudos do Corpo de Bombeiros, sob risco de multas, interdições e fechamento das atividades.

PREDIOS PUBLICOS ESTA A DERIVA

Já prédios públicos, que deveriam servir de exemplo, frequentemente funcionam em condições precárias.
“Não somos contra a fiscalização, ela é necessária. O problema é a falta de isonomia. O poder público exige, mas não cumpre”, afirma Maione. Ele cita escolas, unidades de saúde e centros de atendimento social que operam sem condições adequadas de segurança, acessibilidade e manutenção.
O caso das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Geraldo Magela, no Parque Flamboyant, e Cairo Louzada, no Residencial Brasicon, é apontado como exemplo de estruturas que apresentam situações adversas, colocando em risco servidores e a população atendida diariamente.
Para o presidente da ACIRLAG, a situação ultrapassa a esfera administrativa e se torna uma violação ao direito básico de proteção e bem-estar. “Quem legisla e fiscaliza precisa ser o primeiro a cumprir a lei. Caso contrário, perde autoridade e credibilidade diante da sociedade”, conclui.

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