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Criança de um ano é levada ao Hugol em estado grave após afogamento em Catalão

Socorro imediato e transferência para Goiânia

Uma menina de 1 ano e quatro meses foi transferida em estado gravíssimo para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia, após sofrer um afogamento em uma piscina residencial. O acidente ocorreu na noite de domingo (6), no Bairro Itália, em Catalão, mobilizando equipes de resgate em uma operação de urgência.

O atendimento teve início por volta das 20h32, quando o Corpo de Bombeiros recebeu um chamado via 193. Embora a ligação tenha sido interrompida antes da conclusão do atendimento telefônico, a situação tomou um rumo decisivo quando familiares da criança chegaram de carro à sede do 10º Batalhão de Bombeiros, buscando auxílio imediato para a vítima.

Atuação dos bombeiros e estabilização

Ao constatarem a gravidade do quadro, os militares iniciaram prontamente as manobras de reanimação cardiopulmonar. A criança foi colocada em uma Unidade de Resgate e o procedimento de salvamento seguiu durante todo o trajeto até a Santa Casa de Catalão. Com o suporte da equipe médica local, foi possível obter a reanimação da menina, que permaneceu sob cuidados intensivos na unidade hospitalar.

Devido à complexidade do caso e à necessidade de suporte especializado em pediatria de alta complexidade, uma transferência foi organizada. O transporte da criança para a capital foi realizado pelo Samu por volta da meia-noite desta segunda-feira (7). Até o momento, a paciente segue internada na unidade de terapia intensiva do Hugol, mantendo o quadro de saúde considerado gravíssimo.

Prevenção e cuidados em ambientes domésticos

O episódio reforça um alerta recorrente de autoridades de saúde e segurança pública sobre os riscos de afogamento em ambientes domésticos. Especialistas do Ministério da Saúde enfatizam que crianças pequenas, devido à curiosidade natural e à falta de percepção de perigo, exigem vigilância ininterrupta, especialmente em locais com piscinas, tanques ou baldes.

Embora as circunstâncias exatas que permitiram o acesso da criança à piscina não tenham sido detalhadas pelas autoridades, o caso serve como um lembrete crítico sobre a importância de barreiras físicas, como cercas de proteção e capas, além da supervisão constante de um adulto responsável. O Parlamento continua acompanhando o desdobramento deste caso e reforça seu compromisso com a informação precisa sobre temas de relevância social e segurança pública. Siga acompanhando nosso portal para atualizações sobre este e outros fatos que impactam o cotidiano da nossa região.

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