O PREFEITO LEANDRO VILELLA GRITA POR SOCORRO — E ELE NÃO ESTÁ ERRADO

Quando o prefeito Leandro Vilella insiste em falar das dívidas herdadas de gestões anteriores, das dificuldades enfrentadas em todas as áreas da administração, inclusive sendo obrigado a “cortar na carne” com a demissão de cerca de 5 mil comissionados, ele não está exagerando — está apenas enfrentando a realidade deixada por cinco ou seis mandatos anteriores que só sabiam contratar, sem se preocupar com o futuro. O colapso recaiu sobre Leandro, e isso é fato inegável.
Enquanto isso, vemos Gustavo Mendanha almejando uma vaga no Senado. Pode até parecer uma luta por ego, mas, se eleito, Aparecida ganharia um representante forte no cenário nacional. E isso é o que importa.
O caos em Aparecida também é, em parte, culpa do eleitor. Com mais de meio milhão de habitantes, a cidade tem densidade eleitoral para eleger pelo menos 4 deputados estaduais, 3 federais e até mesmo um senador. Mas, por falta de consciência política, isso não acontece. Aparecida carrega parte dos problemas da capital e do estado, com uma população flutuante e eleitoreira, que mora aqui mas vota em candidatos de fora.
A independência de uma cidade passa pela sua força política. Se o eleitor não entender isso, será cada vez mais difícil para o poder público garantir bem-estar, infraestrutura e saúde com os poucos recursos disponíveis.
Chegou a hora de vestir a camisa, sem olhar a cara do candidato. O que importa é ser de Aparecida. As eleições de 2026 serão o verdadeiro divisor de águas.




