Mais R$ 600 milhões de empréstimo: Aparecida de Goiânia no rumo do endividamento recorde

O prefeito Leandro Vilela caminha para consolidar-se como um dos mais criticados gestores da história de Aparecida de Goiânia. Em apenas oito meses de mandato, já reduziu a folha de pagamento para 60% do quadro de servidores, provocando um verdadeiro colapso administrativo.
A Secretaria de Saúde foi uma das mais atingidas, com a dispensa de 400 funcionários. O resultado é visível: filas quilométricas nas UBSs, demora para atendimentos e uma população cada vez mais desassistida. O cenário se repete em outras secretarias, onde processos se acumulam sem andamento por falta de pessoal.
Mesmo diante desse caos, o prefeito insiste em afirmar que o município está endividado e, paradoxalmente, busca mais dinheiro emprestado. Já há compromissos firmados com o Banco dos BRICS e o Banco Andino de Fomento — e agora Leandro Vilela quer mais R$ 600 milhões junto ao BNDES, valor que pode gerar uma dívida impagável para as próximas gestões.
Enquanto isso, a Câmara Municipal, que deveria atuar como guardiã dos interesses públicos, permanece em silêncio — ou, pior, aplaudindo as medidas questionáveis do Executivo. A cidade, por sua vez, assiste a esse endividamento acelerado sem perspectivas de melhorias reais nos serviços essenciais.




