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Gustavo Gayer: de garoto-propaganda a “pipoqueiro” do PL

O Deputado federal Gustavo Gayer resolveu esticar a corda  e ela parece ter arrebentado do lado mais fraco. Ao chamar o também senador Wilder Morais de mentiroso, afirmando que Jair Bolsonaro não teria declarado apoio à sua pré-candidatura ao governo de Goiás pelo PL, Gayer apostou alto. O problema é que, dias depois, a movimentação mudou o roteiro.

 A visita que virou o jogo

A vinda de Valdemar Costa vice presidente do PL a Goiânia  para lançar o nome de Wilder Governador e Ana Paula vice  embaralhou a narrativa e deixou Gayer em posição desconfortável. Nos bastidores, o rótulo foi cruel: “pipoqueiro”, “falastrão” e politicamente precipitado. Em política, palavra lançada ao vento costuma voltar como bumerangue.

 Articulação frustrada e fissuras no PL

A crise se agravou com a tentativa de influenciar a deputada Magda Mofatto a aproximar o PL do governador Ronaldo Caiado. A articulação não prosperou e expôs fissuras internas. O cálculo parecia simples: enfraquecer Wilder e reposicionar o partido. Mas o efeito foi o oposto, fortaleceu o grupo alinhado ao bolsonarismo raiz.

Novo desenho para 2026

Agora, comenta-se que Flávio Bolsonaro trabalha para viabilizar Major Vitor Hugo ao Senado, tirando a oportunidade de Gayer, assim  redesenhando o tabuleiro de 2026. Caso o cenário se consolide, Gayer pode ter que recalcular a rota e mirar uma candidatura menos ambiciosa, talvez à Câmara Federal, para manter protagonismo.

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