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REFORMA TRIBUTÁRIA: GESTÃO DE PROCESSOS COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA.

A reforma tributária, tem como umas de suas premissas, a simplificação. Ou seja, proporcionar a quem paga (contribuintes), um ambiente favorável na hora de recolher seus impostos.

No atual cenário, o ambiente tributário é um verdadeiro manicômio, pois, administrar uma cadeia produtiva, sempre com ênfase no Fisco, exige uma capacidade administrativa, operacional e de gente, que nem sempre as pequenas e médias empresas não tem condições de suportar.

Digo isto, porque, sabemos da complexidade que é desenhar uma engenharia do ponto de vista de processos gerenciais, que seja capaz de auxiliar na gestão tributária, voltada a atender uma gama de produtos e serviços.

Sabemos que os produtos e serviços recebem tratamento diferenciado, no que concerne sua forma de tributação, apuração e arrecadação. E toda essa dinâmica impacta no processo operacional da empresa.

Um exemplo claro, são os produtos monofásicos, os que recebem incentivos, os que estão sujeitos a substituição tributária e por aí vai…

No tocante aos serviços, temos alguns que estão sujeitos a tributação na fonte e o pagamento no destino. Sem contar os isentos e imunes!

Com advento da Emenda Constitucional nº 132/2023, o sistema tributário passa então a se preparar para uma nova era.

A reforma tributária é bastante abrangente e traz consigo questões como meio ambiente, desigualdade social, justiça tributária e redução de litigiosidade. A curto prazo, podemos destacar que a simplificação tributária é a que mais agrada a gregos e troianos.

Outrossim, é importante salientar, que a reforma afeta diretamente as empresas que atuam no modelo B2C e também no B2B. Esse grupo merece muita atenção e planejamento! Digo isto, porque a reforma cria o mecanismo de Cashback e o Split Payment, que remunera os contribuintes de determinado grupo social e por último dinamiza o processo de arrecadação.

Tudo que foi falado até aqui, não é narrativa, e sim um fato que está provocando mudanças na vida das empresas, empresários,gestores, contadores e os demais stakeholders.

Por isso, a importância de ter um alinhamento com a equipe, para redesenhar os processos gerenciais, que torne a empresa eficiente, sob a ótica da reforma tributária, e transforme a gestão de processos em uma ferramenta estratégica para atender não somente o Fisco, mas também as necessidades que requer uma boa gestão tributária.

Sendo assim, gerir processos gerenciais, alinhar a equipe, não é uma simples rotina administrativa e sim um diferencial competitivo que exige muita estretégia!

E para finalizar, deixo uma mensagem de autoria do investidor Luiz Barsi Filho:

“ Quem vive de aposta, a casa sempre ganha”.

MANOEL BORGES, é Administrador e Contabilista. Sócio- Fundador da Assim Contabilidade,

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