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Dez times disputam a 7ª Copa de Basquetebol em Cadeiras de Rodas de Aparecida de Goiânia

Ocorreu na sexta-feira (24) a abertura da 7ª Copa de Basquetebol em Cadeiras de Rodas de Aparecida de Goiânia. O evento, realizado por meio das secretarias de Assistência Social e de Esporte, Lazer e Juventude, é referência nacional na modalidade paralímpica e reúne equipes de Goiás, Pará, Maranhão, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, totalizando dez times. O jogos ocorrerão até domingo (26) na quadra de esportes da Escola Municipal Professora Vinovita Guimarães, no setor Agenor Modesto, próximo ao HUAPA, sempre a partir das 15h.

“Mostramos durante a competição o potencial de cada atleta, pois o esporte é um meio transformador da vida das pessoas com deficiência. E poder contar com apoio da Prefeitura é essencial”, declarou o diretor de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, José Fernandes da Silva que ressaltou que a Copa faz parte das comemorações do aniversário de 97 anos de fundação de Aparecida.

A primeira disputa pelo troféu de campeão foi entre os times da Associação Atlética Aparecidense Sobre Rodas, que tenta o bicampeonato e do Adesc de Senador Canedo.

A presença da vice-presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, Naíse Pedrosa, reforça a importância do evento no cenário nacional. Segundo ela, para que o Comitê tenha força é necessário que existam as confederações. “Se a gente não tiver esse fomento paralímpico na base, o esporte acaba. Essa é uma das ações mais importantes para o CPB que vai comitê nas seleções brasileiras. Fico extremamente feliz e lisonjeada de participar de um evento desse aqui em Aparecida de Goiânia que vai refletir na ponta, já que, os atletas que são destaques nesses campeonatos são convidados para participar de alguma fase de treinamento”, declarou.

O secretário de Esporte, Lazer e Juventude, Gerfeson Aragão lembrou que o time de Aparecida faz parte da primeira divisão da liga de Basquetebol em Cadeiras de Rodas, mas para o Município a inclusão social das pessoas com deficiência é mais importante porque serve como exemplo para a comunidade. “Estamos no caminho certo e o maior legado que podemos deixar é o exemplo”, disse.

Paratleta há quatro anos, Pedro Barbosa, de 27, integra a liga dos Candangos de Brasília. Ele conta que o evento é importante por integrar o calendário de competições e inclusão das pessoas com deficiência. Na mesma linha, Ana Aurélia de 30 anos veio competir pelo time de Rio Verde, mas faz parte da seleção brasileira. “Nosso calendário brasileiro é muito importante para nós. Disputar aqui em Aparecida é tradição, é um marco. Esse evento é de extrema importância para nós atletas”, frisou. Fonte: Josiane Coutinho

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